sábado, 1 de julho de 2006

levanta a bandeira branca

porque todo mundo sabe

o que ninguérm sabe:

é meu!

sexta-feira, 30 de junho de 2006

pretty much

é fantástico que eu consiga ficar sem quengo pelo finde! Simplesmente fantástico!

terça-feira, 27 de junho de 2006

sorriso bobo

dentes bobos

mordidas bobas

roxos bobos

conversas bobas

e duas ou três lágrimas, só pra dissimular

quinta-feira, 22 de junho de 2006

e, se agora que a banda passou, nada for ficar?

quarta-feira, 21 de junho de 2006

Quase pegou seu casaco
Entre o frio das espumas
E quase entrou na sua vida
Colorida de azul
Não quis parar pra entender
O porquê do sono
De um ronco incomum
Mas, mesmo assim,
Deitou e dormiu
Como todos fizeram depois de pensar...



(velhos textos sempre ressuscitam das gavetas...)

segunda-feira, 19 de junho de 2006

sem confissões

quarta-feira, 14 de junho de 2006

borbulhas, borbulhas, querido

borbulhas enquanto podes borbulhar

só não me venha cheio de juras

juras borbulhantes que só me fazem chorar

domingo, 11 de junho de 2006

não que te ter seja impossível

improvável, incrível!

mas você é um daqueles vícios inaceitáveis

insustentáveis, insensatos!

daqueles que a gente passa a vida inteira se arrependendo,

se corroendo, se perguntando por que se quer mais!



ou se perguntando se a gente não é demais pro vício...

sexta-feira, 9 de junho de 2006

quase como que de propósito também

quando a gente chora

não vê ombors ao redor

segunda-feira, 5 de junho de 2006

e na família é assim:

a roda gira gira gira

e aos vinte e um

se tem vinte e um e um

sexta-feira, 2 de junho de 2006

exercício de alteridade:

se eu fosse o pelé, tomava café
se eu fosse o tostão, tirava o calção
se eu fosse o dario, pulava no rio
se eu fosse garrincha não pulava não!

quarta-feira, 31 de maio de 2006

ela disse assim:

é porque é!

terça-feira, 30 de maio de 2006

entreguei o que nunca se entrega:

entreguei o que eu pensava

decodifiquei minhas criptas

descobri os olhos não teus

e mais: entreguei a desilusão!
(quase que te dei um pouco de mim)

segunda-feira, 29 de maio de 2006

anda me batendo um desespero como de menina mal-amada
comida mal-mastigada

coisa de quem não quer que nada cresça dentro de si

sábado, 27 de maio de 2006

quase como que de propósito

quando a gente sorri

vê caras feias ao redor

quarta-feira, 24 de maio de 2006

eu sempre me apego ao errado: não ao torto, ao que pode ser endireitado... é sempre ao errado e errado de vez.

ao que fala o que não se deve falar e está sempre aqui de verdade por pouco tempo...

ao que não sabe falar e está aqui por muito tempo mas se vai logo...

e, principalmente, ao que sempre quer ir embora, mesmo que deixe meus olhos cheio de mágoas...

segunda-feira, 22 de maio de 2006

fazer rima pra brincar de amor...

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Caminhar na chuva é como passear em um choro. De felicidade, de tristeza, não importa. Pisar nas poças é como ver junções de alegria de quem se renova ou mágoas de quem já se desidrata frente aos pingos...

Caminhar na chuva é quase como ver um pouco de sentimentos na vida... Dos mais sinceros aos insinceros...

quinta-feira, 18 de maio de 2006

péssimo poema

pra quem, via de regra,

procura luz com as mãos