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segunda-feira, 31 de maio de 2010

notas esparsas com títulos individuais

da família

que mãe manda pro e-mail do trabalho da filha uma mensagem com palavrão?

sim, a minha!

alugando um apartamento estou eu. e meus pais estão asinando os papéis em conjunto comigo, pois o meu contrato e a minha carteira assinada saíram tarde demais.

então, no dia em que visitei o meu futuro lar, perguntei se podia ter gatinhos e recebi um sim veemente como resposta. eis que no contrato havia uma cláusula que dizia expressamente que esses animais não poderiam habitar o prédio.

porém, meus pais somente viram tal absurdo quando fora assinar o bendito papel na capital federal às vésperas de sua décima quarta lua de mel.

mamis, em sua sapiência, me ligou no domingo, às 23h, me pedindo para resolver o problema. eu, que acabara de chegar do trabalho (é... no more life, babies), avisei que não poderia resolver nada naquele momento e pedi que me mandasse um e-mail com o número da imobiliária para resoluções no próximo dia útil em horário comercial. e ela ainda soltou a piadinha: "qualquer coisa, eu fico com os filhotes!" (ela desenvolveu adoração pelos felinos)

às 14h chega um e-mail de autoria da minha progenitora dizendo que eles resolveram tudo. e com a seguinte frase:

"A imobiliária disse que não tem problema. mas pede uma autorização por escrito porque se eles nos FUDEREM (caixa alta minha) depois com multa, não vão poder!"

alguém me responde: como eu ainda sou uma pesso trabalhadora, honesta, querida, casadoura?? como eu não virei a amy?? como eu não estou jogada numa poça de lama?? hein? hein? como eu ainda me formei, fiz mestrado e trabalho honestamente pra me sustentar??

beijo, mamis! te amo, viu? boa lua de mel em teresina!

(eu sei que ela lê e ADORA esse blog!)

***

da troca de peso

hoje precisávamos de um antropólogo. eu, boa pessoa que sou, me lembrei de uma pessoa má que eu conheço que quase terminou o mestrado em ciências sociais (como quase terminou tudo na vida) e indiquei. e avisei: "só não digam que fui eu que indiquei porque ele não vai aceitar..."

ainda por cima perguntei: "esse cara aí tá me devendo uma grana preta... posso ficar com a grana que ele ganhar?" claro que não foi a resposta.

burro que é, não atendeu o telefone. perdeu de ganhar alguns bons reais.

bem informada que sou também fiquei sabendo que ele anda desfilando com uma criatura que dá o triplo de mim na época em que eu dava o triplo de mim. não que isso seja exatamente problema meu e não que isso me dê algum tipo de recalque.

até porque esse tipo de coisa deixa a gente mais pra baixo. leo, meu amado comparsa de trabalho, diz que quando a gente é trocado por alguém muito melhor a gente pensa "ui, sou gato(a)!", mas por alguém pior a gente pensa "credo, sou assim????"

bom, altruísta fui. besta ele foi.

agora que eu sobro nas roupas, estou mais bonita, mais elegante, estou num emprego chique e desfilo pela paulista... a única coisa que posso pensar é que o moço fez uma troca de peso. e perdou uns mil e quinhentos reais de birra.

coitado dele. não de mim...

***

da saudade

e o beijo-mino de hoje vai para...

duana e gláucia que me ligam meio alcoolizadas em plena sexta-feira ME MATANDO DE INVEJA enquanto eu estou ME MATANDO DE TRABALHAR!
vacas, eu sou um playstation com sentimentos e eu amo vocês! very very much!

momento clichê passou. aperta o start que eu volto a não ter um coraçãozinho para o mortais...

quarta-feira, 28 de abril de 2010

minha mãe comprova!

Loy Déglan diz:

*sim
*o homem pra te aguentar tem que ser wolverine...

hires diz:
*ui! todo de adamantium!



[eu venho de uma longa linhagem de abóboras, pactuadas com o demônio, mulherzinhas like a men...]

terça-feira, 27 de abril de 2010

woman like a man - ou da essência de abóbora parte 2

em primeiro lugar, todos escutando o lindo damien rice, bitte.



"tá, hires, que isso?", as crianças na sala se perguntam. de novo me deparei com o dilema caetanístico que o mozart (sempre ele) me colocou há anos atrás, que eu redescobri no texto de moda e que o damien rice esfregou na minha cara ontem!

não adianta pintar as unhas, correr de saias, usar fitas no cabelo, falar manso (na maior parte do tempo), usar cremes e perfumes, não sair de casa sem rímel, ser mulherzinha em muitos sentidos: eu sou uma abóbora, eu dei minha alma ao demônio... eu sou uma mulher como um homem!

fujo pra todos os lados... não dá gente...!

e, cada vez que eu converso com alguém (e hoje foi a vez do sábio-exemplar-masculino-canceriano), eu mais me dou conta disso...

eu bebo muito!
eu falo palavrão pra caramba*
eu ajo em relacionamentos que não tem importância pra mim de uma forma infantil**!

eu não sou uma violeta... assim sendo: são raros os estômagos que conseguem aguentar abóbora!
i've given my soul to the devil... assim sendo: tem que ser muito macho pra conseguir suportar minha personalidade***!
e, por último mas não menos importante, i'm a woman like a man... assim sendo: eu ajo como um menininho em ocasiões em que eu deveria surtar e espernear como uma mulherzinha!

doutor, será que tem jeito???


*obviamente, segurei um palavrão aqui!
**a todos os meninos que eu dei meu telefone errado ou que eu disse que iria retornar a ligação e nunca retornei ou que prometi ligar e nunca liguei... i'm sorry! não era a minha intenção partir o coração de vocês...
***o resto da música é redentora: but the devil gave her soul to god... diz o mozart que é verdade e se aplica ao meu caso. to tentando descobrir ainda!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

CDA

mundo grande

não, meu coração não é maior que o mundo.
é muito menor.
nele não cabem nem as minhas dores.
por isso gosto tanto de me contar.
por isso me dispo,
por isso me grito,
por isso frequento os jornais, me exponho cruamente nas livrarias:
preciso de todos.

preciso de todos.

sim, meu coração é muito pequeno.
só agora vejo que nele não cabem os homens.
os homens estão cá fora, estão na rua.
a rua é enorme. maior, muito maior do que eu esperava.
mas também a rua não cabe todos os homens.
a rua é menor que o mundo.
o mundo é grande.
tu sabes como é grande o mundo.
conheces os navios que levam petróleo e livros, carne e algodão.

(...)

meu coração não sabe.
estúpido, ridículo e frágil é meu coração.
só agora descubro
como é triste ignorar certas coisas.
(na solidão de indivíduo
desaprendi a linguagem
com que homens se comunicam.)

outrora escutei os anjos,
as sonatas, os poemas, as confissões patéticas.
nunca escutei voz de gente.
em verdade sou muito pobre.

(...)

então, meu coração também pode crescer.
entre o amor e o fogo,
entre a vida e o fogo,
meu coração cresce dez metros e explode.
- ó vida futura! nós te criaremos!

carlos drummond de andrade

[para os que procuram entender o pequeno-grande-inexistente-incoerente-coração de um escorpiano. não sei se vale a pena habitar nele. até porque os homens estão na rua e meu coração é pequeno...]

quarta-feira, 7 de abril de 2010

classificados

procura-se alguém que queira me dar no mínimo 2 pares de melissas da nova coleção. favor entrar em contato nesse blog, no telefone (famoso beijomeligaplix), no twitter, no facebook, mandar sinal de fumaça ou uma puxadinha no cabelo. qualquer coisa tá valendo. porque a coleção tá linda.

(a famosa crítica da coleção dessa vez virá nesse blog. o nugget, tadinho, tá jogado, né? assim que tudo estiver disponível na loja, falarei, meninas...)

ah! meu número é 37 e é só escolher em http://www.lojamelissa.com.br/ ...

quinta-feira, 25 de março de 2010

da essência de abóbora

lendo um dos textos referentes à História da Moda no Brasil, me deparo com o seguinte:

"... havia uma frase modelar: as moças não devem ser como as abóboras que se exibem sobre a rama,
e sim, como as violetas que se ocultam entre as folhas".

o texto se refere à educação repressora na década de 30.

ok...

mas, definitivamente, eu sou uma abóbora.

não sou de passar despercebida, não sou de me esconder e nem de fazer joguetes à moda das violetas.

vamos aos exemplos concretos.

violetas costumam acreditar (porque há um livro de auto-ajuda que prega isso) que pintar as unhas de cores claras faz o homem querer casar com você. por quê? porque isso demonstra que a mulher gosta dos afazeres domésticos e não liga de estragar as mãos por isso.

abóboras estão pouco se lixando para isso. a cor pode ser vermelha, marrom, rosa berrante, azul, preto, laranja... a gente não gosta mesmo de estragar as unhas lavando o que quer que seja. gosta de ficar com as unhas bonitas. e o principal: a gente não vai fingir que o nosso sonho é lavar louça/roupa/chão o dia inteiro só para os meninos se casarem com a gente. por sermos independentes, a gente trabalha e paga, numa tacada só, faxineira e manicure.

violetas costumam também usar de joguetes para se fazerem de intocáveis. segundo consta, violetas acreditam que eles ficam mais interessados quando não sabem que você se interessa por eles. por exemplo, violeta tem ingressos para ir no cinema. ela quer convidar o moço-interessante para ir com ela. como ela faz? liga para o moço e diz: "tenho ingressos para o cinema. convidei todos os meus amigos, e ninguém pode ir. quer ir ao cinema comigo. se você não for, eu vou perder os ingressos". sim, uma violeta é capaz de manipular a verdade para não dizer: "eu quero que você e mais ninguém vá comigo!"

o que as abóboras fariam? bom, a gente sabe o que quer: ir no cinema com o moço em questão. logo, a ligação é assim: "oiiiii! tenho ingressos pra ir no cinema. pensei em ti de cara. vamo?" se o moço se fizer de sabão ou achar ruim, as abóboras pensam: "azar o dele!" e vão para o cinema com qualquer um de seus zilhões de amigos e ponto!

abóboras falam palavrão, dançam até borrar a maquiagem, usam saia curta e são muito melhor resolvidas. além disso, todo mundo sabe (mais ou menos) o que esperar de um relacionamento com uma abóbora.

com as violetas, as coisas nunca são o que parecem; leia-se, nas entrelinhas, manipulação e joguetes no melhor estilo BITCH (no péssimo sentido cruela cruel da palavra).

e sejamos realistas: com as abóboras dá pra fazer doces e guloseimas; as violetas, por sua vez, servem só para serem admiradas.

terça-feira, 9 de março de 2010

das questões de belo-belo

chega!

já deu! já senti demais...

é que chega numa hora em que o coração diz chega! chega mesmo. a gente usa demais, ele bate demais, ele geme demais e chega! parou...

tum tum tum tum e pá... pá  -   rou!

e nem adianta mais dizer que na próxima encarnação veio bicho de-não-sentir-dor que não-sentir não é coisa de bicho. eu virei gato... e gato sente mesmo. é só olhar na cara deles. nos olhos deles.

então, não adianta fugir.

mas chega... porque nessa de eu não querer não sentir mais nada, eu acabo sentindo muito.

e o seu bandeira vem cheio de marra pra cima de mim e faz piadinha de belo-belo. fazendo questão de nenhuma escolha; escolha pra eu ter tudo o que quero mas pra eu querer o que nunca tive.

e dizer trinta e três num pneumotórax flamejante no meu vigésimo cigarro saudoso...

putz! sentir falta do que não se tem é pesaroso...

o pior é querer ser um minotauro sozinho no labirinto, desejando ser morto por um único teseu! aquele que eu mino e que me enche de aindas...

quinta-feira, 4 de março de 2010

da arte de ser desorganizada

não tenho nenhum orgulho disso, que fique bem, mas BEM CLARO MESMO!

que eu moro sozinha, todo mundo sabe.
que eu me sustento (ou pelo menos tento), todo mundo sabe.

daí, ser o estorvo, ops! a ovelha negra da família sempre pega mal.

chega nessa época, meu pai sempre me lembra: tantinho*, temos que fazer teu imposto de renda!

a parte boa: o leãozinho ainda é bem mansinho comigo e eu sou isenta. logo, tudo que ele me come, ele regurgita de volta. centavinho por centavinho.

como nada é simples na minha desonrientação mino-escorpiana-agridoce-venenosa-bagunceira....

meu pai pergunta: cadê a tua declaração do ano passado?
faço o papel de louca pra não haver bate boca no msn: hein?
papis repete: a do ano passado? o papel que te mandei?
mino: tá em porto alegre. em algum lugar. eu to em são paulo. tem que pedir pra mãe que tá lá em casa procurar.
papis: alguma ideia de aonde esteja...? (obviamente ele já sabia que a resposta ou seria não ou seria vaga!)
eu respondo com classe, pra não parecer desesperada: em alguma das gavetas da casa.
papis: do escritório?
hires-mino-bagunçadíssima-mais-que-a-vida-dela-atualmente: em qualquer gaveta da casa!

a notícia boa é que vou receber pelo menos uns 500 reais de volta e que eu consegui guardar TODOS os recibos de livros que comprei em 2009. sou quase uma vencedora. é uma conquista pra todos os seres humanos bagunçados do mundo, quiçá do universo!

*tantinho: como pessoa de muitos apelidos, tantinho é como meu querido papai me chama. ele diz que até hoje, pra ele, sou um tantinho de gente, por ser a caçulinha. um tantinho de gente um tantão desorganizada, eu diria. eu puxei o pior dos dois: adoro costuras, tecidos, fitas, tralhas do gênero, como a mamãe, e adoro livros, papéis, apostilas e materiais de escritório em geral, como o papai. deu no monstrinho que deu! (L)

segunda-feira, 1 de março de 2010

diário paulistano 3.1

eis-me-aqui-again, povo.

e

eis-me-aqui-gripada-de-novo, gente!!!!

agora, coloquem velinha pros santinhos pro planejamento dar certo, tá?

principalmente, as pessoas sábias. adoro gente sábia!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

do mundo que se torna menor (não melhor)

é bem pequeno.

o lugar aonde estou agora é minúsculo. se tornou pequeno mesmo. não é que eu dou um passo e acaba. não é uma questão fisíca-química-biológica-naturalística. ficou pequeno na minha cabeça.

eu, que sempre achei que aprender a reconhecer é bom, comecei a reconhecer que desconhecer é melhor ainda. não quero mais essas ruas pequenas. não quero mais essas casas pequenas. não quero mais a minha cabeça pequena.

quero aprender a me perder de novo.

e daqui a anos, quando aprender a reconhecer o que desconheci uma vez, vou me perder de novo. vou perder meu suco em outro lugar.

achei meu suco em porto alegre; talvez seja a hora de perder suco em outro lugar.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

porra, que saudades da minha casa!

batendo a melissinha de rubi três vezes, e dizendo:

"não há lugar como nosso lar!"

acabei aqui, com os gatos (gordos como porquinhos!), com meu sofazinho e com meu todos os pares de melissa e todos os meus vestidinhos!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

fenda no universo

e o que acontece uma vez em cada
1.274.502.039.865.562.495.629.374.236.491.543.528.776.587.345
de vezes aconteceu:

acordei de mau humor!

mas beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem lá mesmo!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

da arte de me deixar pra baixo

no meio da crise de asma que assolou meus pulmões, descobri um "vislumbre da minha alma" não muito agradável, mas ei! não precisei gastar em terapia!

eu adoro mimar os outros. adoro ajudar, fazer favores, dar presentes, dar conselhos. quando chega na minha vez: eu me saboto! eu simplesmente me recuso a cuidar de mim...

eu não me alimento direito, porque se for pra cozinhar pra mim, não movo uma palha. eu tenho asma e fumo. e se ninguém olhar pra mim e dizer: "hires, vai te tratar!" eu continuo achando que é frescura minha, que dá pra aguentar. agora faço um escândalo pra levar qualquer pessoa ao médico.

mais um exemplo: há dias to com vontade de comer bolo de fubá. ainda não fiz pra mim porque não tem mais ninguém aqui em casa pra comer. pra que me mimar, né?

sábado, 6 de fevereiro de 2010

asma (ou é que viver me tira o ar)

eu sofro de asma desde que me sei por gente.

na verdade, muitas das lembranças de infância são no meio de nebulizações no hospital. depois que completei uns dez anos de idade, passou como por encanto. dizem as más ou boa línguas que a secura do ar da capital federal favorece o meu quadro. não tenho ataques lá. não fico com tosse. não tenho falta de ar. respiro naturalmente. nem parece que sofro de qualquer coisa.

quando me mudei para o sul do país, em janeiro de 2001, junto com o novo milênio, eis que me vejo sem ar de novo. e com um novo agravante: a falta de ar não vem quando corro, quando tem poeira ou qualquer coisa que me dá alergia. vem com o frio, com o vento, com algo gelado e com, pasmem, o ventilador no verão.

me vejo agora nesse calorão de quinze bilhões de graus e eu aqui sem poder ligar meu bom e velho ventiladorzinho que nem soprinho faz porque to quase morrendo.

não pude molhar meu biquininho na piscina porque to com asma.

e passei a tarde fazendo meu queridinho ex-aluno fabrício diel passar calor comigo e cuidar do nebulizador por causa da asma...

viver me tira o ar... eu bem poderia ficar sem ar por outras coisinhas, né? sem ar, com borboletinhas no estômago, olhinhos brilhando... não pela asma... por deus...

e se...

eu não constumo repensar as minhas escolhas.

porque ficar remoendo as possibilidades nos impede de perceber o que construímos quando fizemos isso ou aquilo. e daí se não saiu como o planejado? e daí se levamos um tombo? e daí se veio a roda da fortuna e saiu atropelando tudo? e daí se o pra sempre sempre acaba?

e citando meus amados artistas mendigos (mais alguns do estilo feio, mas eu pegaria):

E se eu fosse o primeiro a voltar
Pra mudar o que eu fiz
Quem então agora eu seria?


mas o post melancólico é só porque eu to pensando, por uns instantes, e se...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

morar sozinha é...

estar tentando fechar o zíper do vestido há pelo menos 15 minutos, com todos os malabarismos possíveis!


[alguém tem uma mãozinha pra ajudar??]

domingo, 24 de janeiro de 2010

:/

é... eu sinto falta muito fácil!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

da felicidade

quando a gente pensa que não tem mais nada no mundo que te faça ser feliz de verdade, de dar pulinhos de alegria genuína...

a felicidade, essa coisinha sórdida e escorregadia que também é vendida em pílulas caras, aparece em lugares onde a gente não imaginava!
como?????
me pesei... menos 11 kg, obrigada! tudo bem que as coxas continuam a mesma coisa, mas a cinturinha, quanta diferença...
(papo mulherzinha, ok??)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

é, pois é...

não dá pra ser espertinha todo dia...

sorry!

delícia de ser quem sou

perdi o isqueiro de novo.

o que eu fiz?

cortei a franja!

(menos prático, mais delicinha; menos lógico, mas bem mais elegante!)